segunda-feira, 1 de abril de 2013

Febre


Meu tio e pediatra da Raphinha já havia alertado que ao entrar na escolinha a criança passa uma semana indo para a aula e outra para a casa. Claro que ele exagerou um pouco, mas estou comprovando que é mais ou menos assim mesmo. Isso porque os pequenos ficam muito mais expostos a vírus e bactérias. Por um lado é importante esse contato com outras crianças não só para a socialização mas também para que o bebê vá criando anticorpos; por outro, porém, é um tanto angustiante e desgastante tanto para os pais quanto para os filhos que semana sim, semana não precisam enfrentar uma gripe, um resfriado, uma virose, etc e tal.
Estaria mentindo se dissesse que a Raphinha nunca ficou gripada ou teve um resfriado antes de entrar na escolinha, no entanto também não posso negar que ela tem apresentado com muito mais frequência esses quadros virais e bacterianos desde então. O mês de março mesmo foi uma prova de fogo! A Raphaela teve febre no começo do mês. Numa unidade de pronto atendimento foi diagnosticada com rinofaringite e chegou a tomar amoxicilina. Se recuperou um pouco, mas voltou a ter febre no final da semana seguinte; e desta vez foram quatro dias seguidos com febre... Ela melhorava um pouco e daqui a pouco a temperatura voltava a subir, chegando a 39° em poucos instantes. Passada esta fase, ela ainda estava com um pouco de tosse, mas parecia que estava tudo bem. Foi quando depois de passarmos a páscoa no Sítio dos meus pais, ela voltou a apresentar febre (38,2°) durante a madrugada.
Novamente a levei na unidade de pronto atendimento, mas ela ainda não manifestou nenhum sintoma claro. Contei todo o histórico do mês, mas a médica que nos atendeu disse que uma situação pode não ter nenhuma relação com a outra, que como ela está na escolinha é muito comum sair de uma virose e dali a seguir pegar uma bactéria... Resultado, vamos ter que esperar mais três dias e se até quinta-feira ela estiver com febre aí sim devemos voltar a uma unidade de saúde. Isso se antes ela não ficar muito prostrada, sem energia prá nada... Se não, até lá, vamos administrando Novalgina Pediátrica ou Paracetamol , de 6 em 6 horas, em caso de febre ou dor.
Foto: Terezinha Bittencourt
OK, a receita é essa, a vida é assim e a medicina também. Mas e até lá, como fica o bebê e o coração dos pais??? É, não é fácil... Especialmente se você tiver que trabalhar fora, como eu, e deixar seu bebê em casa. No meu caso, sei que ela está bem cuidada pela vovó, mãe de meu marido, no entanto, ainda assim dá uma dorzinha não poder estar ao seu lado neste momento. Mas vamos lá, aguenta coração que o negócio agora é manter a calma e rezar. Semana que vem eu conto como  (se Deus quiser) vencemos mais essa batalha...

2 comentários:

  1. Gi, com a Ju a mesma coisa. Desde março "indo e vindo" ao pediatra e NAS. antibiótico + nebulização + aeolin + reduxon + ferro + adti... noooossaaaa.... eu vou procurar um homeopata pra tentar reduzir esse fluxo de remédios. Vamos lá! Força pra nós! bjsss

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Realmente a homeopatia deve ajudar, Rê. Muitas pessoas têm me indicado esta alternativa. Chegamos a começar um tratamento, mas como é meio demorado acabamos não persistindo... Mas acho que vamos voltar a buscar este tipo de ajuda.
      Tudo de bom para você e prá Júlia!
      Bjs

      Excluir

Arquivo do blog