segunda-feira, 9 de abril de 2012

Gestação - parte 1

André Sielski - Zoom Photo

Para começar gostaria de dizer, especialmente para as leitoras que ainda não passaram por estar experiência, que estar grávida é MA-RA-VI-LHO-SO! É tão mágico saber que se está gestando uma criança dentro de você, é uma sensação tão fantástica que, por mais batido que o termo “o milagre da vida” possa parecer, você percebe que, na verdade, o termo não tem nada de piegas e se sente, sim, como uma testemunha viva deste milagre. E se esse momento é recebido com alegria, ainda que não tenha sido planejado, toda essa felicidade acaba transparecendo e se refletindo - não se espante se quando estiver grávida alguém lhe diga que você está "iluminada". Sem falar que durante a gestação o cabelo e a pele costumam ficar mais bonitos.
Mas nem tudo são flores, ou melhor, mesmo que você tenha uma gestação tranquila, este é um período de tantas transformações, físicas e psicológicas, que é praticamente impossível que a mulher não se sinta mais sensível, mais vulnerável. E, de fato, não é apenas uma sensação. Como minha ginecologista me explicou, a mulher perde mesmo sua imunidade para que seu organismo não identifique o feto como um corpo estranho e, como uma amiga psicóloga me contou, é como se a mulher regredisse emocionalmente para que ela possa compreender melhor o seu bebê. Está aí a explicação do porquê que a gestante às vezes chora do “nada”, ou de repente sente uma tristeza sem motivo aparente e tem vontade de se isolar um pouco do mundo... “Isso é super normal e é importante respeitar esses momentos porque é uma necessidade da mãe e do bebê”, disse essa minha amiga.
Além da sensibilidade à flor da pela, da baixa imunidade, dos enjôos, azia e refluxo; outros inconvenientes comuns que podem surgir durante a gestação são o calor acima do normal (já que o fluxo sanguíneo da grávida aumenta em pelo menos 50% já que o corpo passa a bombear sangue prá dois); as dores nas costas (causadas pelo peso da barriga); os inchaços (provocados pela retenção de líquidos e pela permanência por muito tempo em uma mesma posição); a perda de equilíbrio (olha a culpa da barriga aqui de novo!); manchas na pele (que ocorrem devido ao aumento da melanina no corpo e se agravam com a falta de cuidados com o sol – não descuide do protetor solar, menina!); sem falar nas varizes e nas temidas estrias que, com alguns cuidados que prometo dividir com vocês nos próximos posts, consegui ficar a salvo (ufa!).
          Lendo isso você pode até pensar: “Nossa, é tanta coisa, tanto sacrifício”... Mas como uma amiga que teve estrias me disse: ”Depois que você tem o seu bebê nos braços, todo sacrifício parece nada e você percebe que vale à pena passar por tudo isso”!

6 comentários:

  1. Emociona como descreves as reações, as mudanças físicas e sentimentos com tanto carinho e emoção. PARABÉNS GIOVANA!!!

    ResponderExcluir
  2. Obrigada pelo comentário! Que bom saber que o post agradou! Um abraço

    ResponderExcluir
  3. Lendo esse texto sobre a gestação, revivi todas as sensações de qdo engravidei. Olha que faz tempo!Acompanho sempre os assuntos tratados no seu blog e recomendei ao meu círculo de amigas. Sucesso prá você e seus preciosos PALPITES.

    ResponderExcluir
  4. Obrigada pelo depoimento, Terezinha! Fico feliz em receber retornos como este. Beijos

    ResponderExcluir
  5. Acompanho sempre os temas abordados e quero fazer uma sugestão. Que tal escrever sobre as mudanças e emocões que a gravidez ou a chegada de um bebê provoca no futuro
    papai? Grato pela atenção. Um abraço!

    ResponderExcluir
  6. Ótima sugestão, Paulo! Estávamos mesmo pensando nisso, inclusive já aproveito para deixar aqui um convite aos papais que quiserem escrever um breve depoimento sobre o tema para que encaminhem ao e-mail giovanarutkoski@yahoo.com.br
    Abs,

    ResponderExcluir

Arquivo do blog